Klavi
Pix Automático via Open Finance: conheça a revolução dos pagamentos recorrentes
Conheça a nova geração de pagamentos recorrentes, que combina baixo custo operacional, zero fricção e automação inteligente: Pix Automático.
Leia mais21 de janeiro de 2026 (atualizado em 22 de janeiro de 2026)

No Brasil, o Open Finance viabilizou serviços mais inovadores, decisões mais precisas e ampliou a inclusão financeira. Nosso ecossistema de Open Finance tornou-se referência global principalmente pela capacidade de gerar inteligência de mercado acionável.
Em novembro de 2025, esse modelo foi tema da aula em Stanford ministrada por Bruno Chan, nosso CEO, destacando o protagonismo do Brasil no cenário financeiro internacional.
Em resumo, o Open Finance é um sistema que permite o compartilhamento padronizado de dados financeiros entre instituições, mediante o consentimento explícito do usuário. Esse modelo permite que pessoas tenham controle sobre seus próprios dados, escolhendo com quem compartilhá-los em troca de benefícios.
Em contrapartida, isso cria condições para análises mais precisas, produtos financeiros personalizados e decisões baseadas em dados reais, algo que não era possível em modelos tradicionais e fechados.
O Brasil se consolidou como um dos principais polos de inovação financeira do mundo. Guiado por neobanks e provedores de infraestrutura, o número de fintechs no país cresceu vertiginosamente. De acordo com a A&S Partners, atualmente, 60% de todas as fintechs da América Latina estão sediadas no Brasil.
Diferente de outros mercados onde a inovação ocorreu de forma fragmentária, o modelo brasileiro foi construído de maneira coordenada com a atuação do Banco Central. O foco em infraestrutura e na interoperabilidade entre agentes criou um ambiente propício ao surgimento de novos serviços financeiros. A substituição progressiva de meios tradicionais pelo Pix exemplifica essa transformação.
Esse sucesso também reflete a disposição dos brasileiros em adotar soluções financeiras mais modernas. Em comparação com o sistema indiano UPI, o Pix apresenta o dobro de transações por indivíduo, evidenciando sua ampla adesão.
Sobre essa infraestrutura, o Open Finance Brasil passou a operar como a camada de inteligência do sistema financeiro.
Os principais pilares da inovação financeira no Brasil:
Alta adesão ao Pix
Interoperabilidade entre instituições financeiras
Padronização técnica e regulatória conduzida pelo BACEN
Ao permitir o compartilhamento padronizado de dados, o Open Finance Brasil alcançou um nível de qualidade global, posicionando o país como referência internacional e a frente de outros sistemas financeiros mais desenvolvidos como o britânico.
O Open Finance Brasil se diferencia dos modelos internacionais pela sua adesão ampla e foco em casos de uso. Enquanto muitos países ainda operam iniciativas restritas de Open Banking, limitadas a dados bancários, o modelo brasileiro foi concebido desde o início para abranger múltiplos tipos de dados e aplicações.
A combinação entre infraestrutura robusta e a escala de adoção, posiciona o Brasil em um patamar distinto quando comparado a ecossistemas como o britânico e o dos Estados Unidos. Em nosso ambiente, o compartilhamento de dados não é apenas possível, ele é efetivamente utilizado para embasar decisões financeiras e conferir benefícios ao usuário.
Segundo dados oficiais do Dashboard do Cidadão e do Open Banking UK, o Open Finance Brasil registra quatro vezes mais novos usuários por mês do que o sistema britânico, cinco vezes mais consentimentos únicos e é, por dia, consultado três vezes mais.
As principais diferenças do Open Finance Brasil em relação a outros países são:
Amplo escopo de dados
Governança centralizada pelo Banco Central
Maior potencial de escala devido à adoção em massa
Foco em casos de uso aplicáveis ao mercado
Participação obrigatória de múltiplas instituições
Em novembro de 2025, o CEO da klavi, Bruno Chan, esteve em Stanford para explicar o sucesso do sistema financeiro brasileiro e apresentar casos concretos de inovação.
O Open Finance Brasil deixou de ser apenas uma iniciativa regulatória e passou a ser objeto de estudo em um contexto global. Despertou o interesse internacional daqueles que buscam entender como sistemas financeiros complexos podem evoluir de forma coordenada.
Nesse contexto, Bruno Chan levou nossa experiência prática do mercado brasileiro à discussão em Stanford, respondendo às principais questões levantadas por executivos e reguladores internacionais:
Como estruturar um Open Finance funcional?
Como transformar dados em decisão?
Como garantir valor ao compartilhar dados via Open Finance?
Inserida no centro desse ecossistema, a klavi atua transformando dados de Open Finance em inteligência prática e acionável.
Em 2025, nossa evolução reflete a maturidade do mercado brasileiro, com análises que conectam comportamento financeiro, contexto macroeconômico e tomada de decisão estratégica.
Entenda, por meio de números, como o Open Finance Brasil revolucionou a forma de criar inteligência financeira.
Conheça a nova geração de pagamentos recorrentes, que combina baixo custo operacional, zero fricção e automação inteligente: Pix Automático.
Leia mais
Recebemos autorização para operar o Pix Automático, uma nova forma de cobranças recorrentes via Open Finance, com custos reduzidos e liquidação instantânea.
Leia mais